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A dificuldade de manter um blog vivo.

Whatsapp quem não tem? Ou deseja ter? E facebook quem não tem? Ou gostaria de ter? Atualmente pensar em redes sociais e sua função no nosso organograma social é algo bastante debatido e alvo de inúmeros estudos acadêmicos. Com a modernização dos meios de comunicações em especial o celular propiciou a difusão de diversos aplicativos ou apps como são chamados mas assim como surgem as febres virtuais elas se evaporam no ciberespaço um exemplo foi o orkut um app que o Brasil abraçou mas com o surgimento do facebook ele perdeu espaço e recentemente a empresa responsável anunciou o game over do orkut ah houve também o twitter e os seus 140 caracteres e os blogs isso os blogs alguém ainda se lembra quando e como eles surgiram? Eu não lembro direito só sei que dava um trabalho do cão editar e muito mais personalizar, adicionar uma terceira coluna em seu blog? Mó trabalho. Mas era um assunto a ser debatido, criticado, estudado. Mas com aparecimento das outras mídias sociais ele foi jogado de lado.  Mas porquê? O que leva um internauta (ui) a largar de mão algo que até um tempo ele dedicava uma parte de sua vida OK pode ter o fator novidade que com o tempo o site, aplicativo deixa de ter mas creio que isso não esgota a discussão. O fato é que quanto mais tempo passa mais difícil de manter  um blog pelo menos pra mim. Agora entendo os blogs com prazo de validade. Mas ainda me recuso a aderir esse movimento.

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CONTOS AMAZÔNICOS

Esse post é para quem curte contos, vou por um conto do livro O REBELDE E OUTROS CONTOS AMAZÔNICOS, de Inglês de Sousa publicado pela editora scipione com Ilustrações de Fernando Vilela e com Organização de Maria Viana. O livro contém os contos: O Rebelde, A Quadrilha de Jacó Patacho, O Donativo Do Capitão Silvestre e o Voluntário. Mas antes de colocar o trecho do livro é melhor ver o que o livro diz a respeito do autor.







Inglês de Sousa:

A publicação de Contos Amazônicos, em 1893, deu-se em tempos de agitação política e de efervescência intelectual. Nesse ano saíram Missal e Broquéis de Cruz e Sousa, títulos que inauguraram novo momento literário brasileiro, o Simbolismo.

Para o crítico Araripe Júnior, "a produção literária (...) foi relativamente abundante, pelo menos os jornais e as revistas andaram muito pejadas de pequenas publicações narrativas variando desde o grotesco até o épico".


José Veríssimo apresentou julgamento bem diferente sobre o movimento literário desse ano tã…

Verde Tempo

Hoje ajudando minha esposa a fazer um trabalho da escola que falava sobre trovadorismo relembrei minhas aulas do ensino médio.  A Cantiga do desencontro reavivou lembranças de algo que não volta mais eramos adolescentes sonhando com a universidade; família, emprego e outras obrigações eram uma imagem distante mas de repente as coisas mudaram será que foi eu que mudei? Não sei mas as passagens da vida sempre deixam um gosto de perda, algo que o vento sopra e leva embora e o coração fica espremido entre uma lágrima e outra.  Tudo passa muito rápido alegrias e tristezas se esbarrando dentro de um tornado e eu dentro dele. Saíamos das aulas correndo atrás dos nossos sonhos mas nem tudo é como pensávamos, surpresas, mudanças de rota.
Lágrimas que escorrem e soluços que abafam...
Cantiga do desencontro
"Ai flores do verde tempo, Cheias de sol e distância... Em que canteiro deixaste O aroma de minha infância?
Ai flores do verde tempo, Alvas luas que semeei... Em que camada de terra Mor…

PALAVRÃO NÃO É PORNOGRAFIA

Texto publicado originalmente no O PASQUIM em dezembro de 1969 nº 25 Como o Texto é dividido em 5 partes vou (ou melhor iria pôr) pôr em 5 post devido a extensão do artigo de Rubem Fonseca. Rubem Fonseca
I – PORNOGRAFIA?
Pornografia, do grego pornographos (porne, prostituta + graphein, escrita) significava, originalmente a descrição de prostitutas e da prostituição em relação à higiene pública. Hoje, segundo os dicionários pornografia é o caráter obsceno de uma publicação ou, ou de uma coleção de pinturas.
Quando se diz que alguma coisa é pornográfica é porque essa coisa descreve ou representa: a) funções sexuais ou funções excretoras; b) mediante, em certos casos, a utilização de nomes vulgares comumente conhecidos como palavrões. O termo pornografia, quando utilizado aqui, terá sempre essa acepção.
Freud, no prefácio do livro Scatologie Rites, de Bourke, diz que é comum serem as pessoas afetadas por qualquer coisa que as relembre inequivocadamente da natureza animal do homem... Eles escon…